quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

VOCÊ GOSTARIA DE INVESTIR NO BRASIL? KAUAI BAHIA - PRAIA DO FORTE




     A Praia do Forte está localizada no Litoral Norte da Bahia, na chamada Linha Verde, no município de Mata de São João a 75km de Salvador. Era uma antiga vila de pescadores, mas agora se transformou em uma charmosa vila, cheia de restaurantes, bares, lojas e muita gente bonita. A avenida principal se chama Alameda do Sol. Durante o dia pode-se passear pela alameda, aproveitar do frescor das sombras das árvores, tomar um delicioso sorvete no Tango Café, visitar as lojinhas ou mesmo passar o dia deitado na areia da praia. À noite muitos turistas e moradores da vila também passeiam pela alameda, sentam-se nos bares e restaurantes para comer, beber e apreciar o movimento das pessoas. O ambiente é simplesmente maravilhoso para descansar e recarregar as energias. Você vai voltar para casa renovado!!! E morando ou passando as suas férias no Kauai Bahia você estará a poucos metros de tudo isto!!!







   







Alameda do Sol
 

Entrada da vila - Alameda do Sol



Lojinhas na Alameda do Sol

Alameda do Sol

Restaurantes na Alameda do Sol






Passos e Muccini Imobiliária e ARC Engenharia

Em atenção à legislação vigente, informamos que as plantas decoradas, as perspectivas, assim como as cores, objetos, móveis e decoração contidos neste material têm fins meramente ilustrativos, podendo sofrer alteração de cor, textura, acabamento e composição, não integrando o contrato de compra e venda. As informações contidas neste material são meramente ilustrativas, de caráter geral e sem valor contratual. Responsável Técnico: Edison Pascoli. CREA 65229-D.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PUDIM DE FRUTAS VERMELHAS (Versão Marcília)


Esta receita nós pegamos no programa dia a dia, de Daniel Bork, na BAND. É uma receita muito simples de se fazer!! Eu sempre faço algumas modificações, de acordo com o que eu tenho em casa ou para equilibrar a receita. Os ingredientes usados também são importantes. Abaixo veja as marcas dos produtos usados.
A receita abaixo está com as modificações que fizemos. Ficou maravilhosa!!!



 





 Ingredientes
Pudim:
2 caixas de gelatina ( morango e frutas vermelhas)
1 xícara (chá) de água morna
1 xícara de (chá) de suco de uva
1 copo de iogurte natural (Nestlé)
1 vidro de geleia de frutas vermelhas
5 colheres (sopa) de leite em pó
1 xícara (chá) de cream cheese 

1 colher de sopa de requeijão cremoso


 Calda:
500 grs de morangos
1 xícara (chá) de suco de uvas
½ xícara (chá) de açúcar
2 colheres (sopa) de amido de milho 
Obs: reserve 3 morangos para se colocar por cima do pudim
Modo de preparo

Pudim:
Dissolva a gelatina na água, coloque no liquidificador a gelatina já dissolvida e todos os demais ingredientes. Bata muito bem. Coloque em uma forma untada com manteiga e leve à geladeira ( de 4 a 6 horas). Depois retire-o da forma, e espalhe por cima a calda de frutas vermelhas. Corte os morangos ao meio e decore o pudim.

Calda:
Leve todos os ingredientes ao fogo e vá mexendo até engrossar, retire, deixe esfriar e utilize na cobertura do pudim.

Alguns dos produtos usados:
Gelatina de morango - Dr. Oetker
Geleia de morango - Queensberry

Suco de uva - Aurora

Requeijão - Poços de Caldas







































sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Festival Mexicano no Stand do Reserva Parque Residence

Dia 17 de dezembro de 2011 das 10 às 17h, haverá o evento Festival Mexicano no Stand do Reserva Parque Residence em Lauro de Freitas em frente à Casas Bahia.  

Faça-nos uma visita e saboreie a deliciosa e picante comida mexicana enquanto visita o nosso stand!!!






Na entrada do evento deem o nome de Liliana Aboud como a corretora que convidou vocês.  Divirtam-se e façam ótimos negócios!!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

VOCÊ GOSTARIA DE INVESTIR NO BRASIL? NEO Itaigara Life






Apartamentos  com 4 tipos de plantas. De 76m² a 166m².

Praticidade completa para o dia a dia
Estar localizado num bairro completo como o Itaigara, onde as necessidades básicas de serviços estão a poucos passos de casa. Isso promove a independência e a autonomia dos moradores, que, para irem ao shopping, ao supermercado, ao banco, à clínica ou à escola não necessitam de nada além das próprias pernas.

A escolha do endereço
Morar num bairro completo, em constante valorização, é ainda melhor quando se está numa localização privilegiada neste mesmo bairro. O terreno do Neo fica no melhor do Itaigara para proporcionar maior conforto e praticidade aos seus moradores.
Um  projeto de Sidney Quintela.

Implantação
Porte-cochère, Portaria, Clausura, Lobby, Administração, Elevadores, Espaço gourmet, Salão de festas, Salão de jogos, Deck piscina, Piscina infantil, Deck molhado, Piscina, Praça gourmet, Parque infantil, Quadra poliesportiva, Brinquedoteca, Sala de estudos, Spa, Sala de massagem, Sauna, Fitness



Varanda gourmet do apartamento de 2/4



 Living do apartamento de 2/4

 





 
Sustentabilidade que completa o mundo
Hoje em dia todos falam sobre sustentabilidade. Mas poucos a colocam em prática no seu dia a dia. O Neo é um empreendimento onde a sustentabilidade foi olhada sobre todos os aspectos. Isso é novo. Isso é Neo.

Ganhos para os moradores e o meio ambiente

• Além de beneficiar o meio ambiente, a sustentabilidade gera economia
para você pela redução no consumo de água e energia, contribuindo para
o menor valor da taxa de condomínio - em torno de 30%;
• Valorização 20% superior à dos prédios convencionais;
• Imóvel com tecnologia do futuro minimiza riscos de desatualização com
normas e regulamentos ambientais cada vez mais rigorosos;
• Aumento da qualidade de vida;
• Melhoria nos padrões de saúde;
• Maior valor agregado do imóvel;
• Economia em custos operacionais;
• Maior satisfação com a moradia, pela certeza de estar contribuindo com
o meio ambiente e pelo engajamento no movimento da construção de um
mundo melhor.



Realização: BARUFFALDI, LOPES & ASSOCIADOS Incorporadora e CONCRETA Incorporação e Construção

Passos & Muccini Imobiliária

 
Vendas: CRISTIANA TENÓRIO
  Tel: +55-71-88907585
Quando fizer contato com a Sra. Cristiana Tenório, favor informar este código: MCC2011

CHIA OU REDBULL?

Quer ter energia? Nestas festas de fim de ano e no Carnaval, coma chia em vez de tomar Redbull!!!!
Além disso ela lhe proporcionará muitos outros benefícios!!


Gente, eu pensei que já tivesse compartihado esta informação por e-mail com vocês, mas conversando com uma amiga durante o Natal, percebi que eu tinha salvo no rascunho, mas não tinha enviado. Por um lado foi bom, pois agora posso  dar o meu depoimento. Como já venho usando a chia há mais de seis meses, agora estou vendo o resultado. Estive no salão na semana antes do Natal e a cabeleireira me disse que o meus cabelos estavam nascendo. Em alguma partes da cabeça eu sempre tive uma penugem que nunca crescia, agora eles estão maiores!!! E os fios estão mais saudáveis e brilhantes!!! Veja foto:


Meus cabelos nascendo depois que comecei a comer a chia!!!!



Veja algumas informações que retirei da internet sobre a chia:


 A nova aposta entre os emagrecedores não é, na realidade, uma novidade. Pelo menos não para os mexicanos e outros povos americanos.
Trata-se da chia, um alimento funcional muito popular entre os incas, maias, astecas e outros povos pré-colombianos. Seu poder, para quem quer perder os quilinhos a mais,  está concentrado principalmente em suas sementes, ricas em fibras solúveis e insolúveis.

Segundo a nutricionista Vivian Goldberger, da clínica Emagrecentro, a vantagem das fibras presentes na casca da semente da chia é proporcionar a sensação de saciedade.

Quando entram em contato com a água, essas fibras formam uma espécie de gelatina excelente para o intestino, pois ajuda a regulá-lo e potencializa a absorção de nutrientes.

Essa gelatina formada pela chia, quando umedecida, retarda a nossa vontade de comer também por ocupar espaço no nosso aparelho digestivo. É como se demorássemos mais tempo para ficar de “estômago vazio”.

Mas não apenas quem quer fazer as pazes com a balança deve incluir chia no seu cardápio. Essa sementinha é a principal fonte alimentar de ácidos do tipo ômega-3, importantíssimos para regular os níveis de colesterol ruim e triglicérides no sangue.

Ela tem muito mais ômega-3 do que o salmão e do que a linhaça. E com uma vantagem em relação a essa última: não é preciso triturar a semente chia antes de ingeri-la para conseguir absorver o benefício.

Ficou interessado? Pois saiba que basta apenas comer uma colher (de sobremesa) de chia por dia para melhorar o funcionamento do seu intestino e sentir menos fome. Mas atenção: não exagere no consumo da chia. Uma colher (de sopa) dos pequeninos grãos tem 65 calorias.

E, já que não é preciso triturá-la, dá para adicioná-la a iogurtes, vitaminas, sucos, saladas, sopas e outras receitas.

Proteção do cérebro 

Vivian explica ainda que a semente de chia contém altas concentrações de três minerais fundamentais para o bom funcionamento do nosso organismo: o ferro, o cálcio e o magnésio.

O cálcio é importante para a saúde dos ossos, mas, em combinação com o magnésio, é melhor ainda, pois esse mineral desempenha um importante papel na parte da construção óssea e muscular.

Além disso, o magnésio é excelente para o funcionamento mental, porque atua no nosso humor, no combate ao estresse e na melhora da nossa motivação. 

Vamos lá pessoal! Cuidem da sua saúde!!!



segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Você anda de ônibus? Um dos integrantes de uma das famílias mais ricas da França, um da família Hermès, Dimitri Mussard anda! Em São Paulo!



Dimitri Mussard





Depois de mais de 15 anos ensinando a estrangeiros, aprendi a admirar várias facetas da cultura europeia. Creio que um olhar mais apurado desta cultura pelo Brasil seria de grande benefício a todos nós. Claro que cada povo tem sua cultura, contudo, copiar o que é bom, valoriza qualquer um. Há alguns dias, li um artigo em que o filho de uma das famílias mais ricas da Europa, um integrante da família Hermès, disse que anda de ônibus em São Paulo! Diga-me com sinceridade, você conhece algum brasileiro que tenha um pouco mais de condições financeiras que ande de ônibus em qualquer lugar deste país? Muitos brasileiros não têm uma casa própria, mas carro? Ah, isto sim! A nossa classe média e a classe média alta vivem um estilo de vida difícil de manter se não for com muito trabalho!
O artigo abaixo, escrito por Adriana Setti, narra uma história muito interessante. Se seguíssemos apenas alguns dos comportamentos comentados, já diminuiria bastante o stress de muita gente!





Por Adriana Setti
No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.
Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.
Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.
Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média europeia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.
Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média europeia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.
Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.
Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves,  tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).
Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.
Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.
Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).
É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte do savoir vivre e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.
PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil

http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2010/10/30/como-a-classe-media-alta-brasileira-e-escrava-do-alto-padrao-dos-superfluos/